Centro Cultural do Banco do Brasil
Projetado pelo arquiteto brasileiro Luiz Telles, o edifício foi depois adaptado pelo arquiteto e engenheiro Hippolyto Gustavo Rujol Junior, também brasileiro, que tinha a visão de tornar o prédio um banco, por isso optou pelo uso de colunas coríntias, que simbolizam poder, estabilidade e ordem, e pela simetria imponente de suas janelas e pilastras. O edifício, construído em 1901, no estilo eclético que une o Neoclássico e o Art Déco, foi comprado em 1923 pelo Banco do Brasil e funcionou como banco durante 69 anos (1927-1996). Transformou-se em Centro Cultural em 2001. Altamente reconhecido por sua porta de bronze maciço, que, mais do que um símbolo de poder, transmite confiabilidade e segurança, algo ideal para um banco. Foi tombado pelo CONDEPHAAT e pelo COMPRESP.

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